domingo, 17 de junho de 2018

O príncipe encantado virou um chato

Rita Lee já falava a realidade de quando se cresce e amadurece "quem sabe o príncipe virou um chato que vive dando no meu saco...". Pois é, virou mesmo. Virou porque na verdade, é um saco esperar por aquilo que não existe...Mas vamos por partes.
Ah não, Giovana, não venha me dizer que sofreu uma desilusão amorosa e resolver criticar todos os homens do mundo? Não, moi chéri(e), eu apenas venho desfazer esse véu que encobre a realidade. Quando sabemos de algo tão importante, nos cabe compartilhar.
Agora, sabe porque o príncipe encantado virou um chato? Porque ele é uma ilusão. Um cara que quase não erra (o que por si só é surreal), é bem de vida, super descolado, apaixonado, super-maduro, talentoso, bonito e estabilizado... um cara que basicamente não existe. Mas se existisse, certamente que seria dominador, porque a sociedade o ensinou que todos devem amar os homens bonzinhos e com tantas qualidades.
O príncipe encantado seria um babaca também, diga-se de passagem. Ele se acha o bonzão. Está praticamente pagando para estar com você, afinal ele é o cara que sempre passa o cartão. Revira os olhos sempre que discorda dele e pede pra você ser boazinha. O príncipe encantado fica bravo quando você não dá o que ele quer (e você sabe do que estou falando). Afinal, ele te ama, como você pode negá-lo?. O príncipe encantado é um machista mascarado de amor da sua vida.
Os conceitos de príncipe encantado embutidos em séries, filmes, sociedade e livros, dizem que ele tem que ser tudo aquilo e ainda te amar verdadeiramente. Mas me diga com sinceridade, se ele for 'tudo isso', ele não será tão encantador, não é? No fim das contas não é bem o príncipe encantado que se quer, mas uma pessoa honesta com seus defeitos, humilde, dedicado e que a respeite, no mais o resto é bônus. Agora se vocês encontrarem um homem com tudo que vocês esperam não se impeçam de amar, mas aceite que ele não é um príncipe encantado, e isso é muito bom.


quinta-feira, 31 de maio de 2018

Cade meu chá de Rivotril?

Calma, não estou viciada em medicamento não, no entanto, admito, essa tem sido uma das minhas preocupações sociais. As válvulas de escape aparentemente medicinais que na verdade tem destruído com a saúde de seus usuários. Usuários, isso não parece o nome com que chamam quem faz uso de drogas recreativas? Ora ora, veja se medicamentos não são drogas? Drogas não recreativas é claro, mas ainda sim, drogas. Aqui não viemos para apoiar a criminalização das drogas nem taxar as pessoas de viciadas, porém, para levantar uma importante questão social.
Já parou para observar o quanto se tem tornado comum o uso de antidepressivos, calmantes, soníferos ou outros remédios com fim psiquiátricos e comportamentais? Não é vergonha nenhuma precisar de ajuda, não é vergonha estar mal, não mesmo. No entanto, não me parece saudável exaltar medicamentos tarja preta ou fortes visando alterar nosso estado psicológico cerebral. Por que você diz isso, Giovana? Certamente nunca passou por um período difícil psicologicamente..., né? Ledo engano, já passei por períodos turbulentos, de ansiedade, conturbação mental e insonia. E sabe de uma coisa? Está tudo bem! 
De fato, o nosso século é o século da depressão, ansiedade, e outras questões psicológicas, várias pesquisas indicam isso. Mas talvez nosso século seja muito patologizador, sim, quero dizer exatamente o que você acabou de ler. Como assim, o que quer dizer com isso? Quero dizer que estamos sempre nos taxando de anormal, de doentes, de ansiosos e de possuídos de 500 transtornos diferentes. Isso pode ter um lado maravilhoso, que é o da aceitação, de finalmente entender quem você é e porque é assim. Mas também pode nos aprisionar no paradoxo da eterna incompreensão (já falei disso algumas vezes aqui no blog), e todos estamos sujeitos a isso.
A minha preocupação é como estamos lidando com nossas dificuldades, será que temos nos aceitado e parado de nos taxar de estranhos, quando somos apenas singulares? Ou na verdade estamos nos enclausurando mais ainda dentro de nossas bolhas e tentado nos drogas para conseguir conviver em sociedade? Ninguém é obrigado a ser o que não é, ao menos não deveria, e muito menos obrigado a alterar seu estado mental por causa disso. Porque não trocar a o Rivotril, a Sentralina e a Fluxetina por terapia, chás, acompanhamento médico adequado (NUNCA SE AUTOMEDIQUE, PRINCIPALMENTE EM RELAÇÃO A QUESTÕES PSICOLÓGICAS), yoga, esportes, artes, música e hobbies em geral. 
Deixe as drogas e a famigerada, porém essencial, alopatia para quando realmente necessário, prescrito por médicos e para algo temporário. Os médicos mais humanistas que tive o prazer de ouvir entendem que os tratamentos muitas vezes não levam a cura, mas ainda assim não devem levar a escravização. O tratamento muitas vezes é para a vida toda, de fato, contudo, não se deixe estagnar no patamar das dificuldades, não aceite uma vida controlada por produtos químicos, uma vida controlando seu cérebro... 

*Os farmacêuticos, médicos, psicólogos, terapeutas e todos profissionais da saúde que pensem diferente são convidados a expor sua visão especializada, e debater o domínio que a alopatia de medicamentos psiquiátricos parece ter criado nas pessoas.

Mais informações em:
https://www.vladman.net/blog/diferen%C3%A7as-entre-sertralina-fluoxetina-e-paroxetina

sexta-feira, 18 de maio de 2018

Eu Não Sou Um Homem Fácil

Je Ne Suis Pas Un Homme Facile : PosterDuração 1h 38min
Direção: 
Gênero Comédia
Nacionalidade França


Trailer:



Opinião:


Je Ne Suis Pas Un Homme Facile : Foto Vincent Elbaz
Uma comédia em que os papéis são invertidos, mostrando todo sexismo que há no mundo. Damien, o clássico macho alfa acorda em um mundo invertido. Nesse mundo, se apaixona por uma escritora famosa e dominadora, Alexandra. Mas não, não é o romance que ganha a trama, mas as nuances da história, pura, crua e simples.

"Eu não sou uma mulher fácil, é uma frase a qual estamos acostumados a escutar". Uma mulher que não cede a cantadas, é forte, crítica, é um tanto quanto difícil não é mesmo. Em nossa realidade é muito raro que homens recebam cantadas invasivas ou até mesmo sejam chamados de difíceis, até porque, convenhamos, a maior parte do tempo são eles que escolhem quem e o quê desejam. Agora imagine só se o mundo inteiro se invertesse e por alguns dias os homens passassem por tudo que passamos. Será que tudo é realmente uma questão biológica?
O impacto da função social de gênero no caso em tela é explícito e mais ainda, real. Não me recordo de sequer uma cena que tenha sido absurda ou desmedida. Nesse mundo paralelo, as mulheres fazem tudo que os homens fazem, seja para bem ou para mal. Inverter os papéis é de suma importância para apontar os pontos negativos de ambos lados. Mais ainda, para fazer entender os abusos explícitos por parte da nossa sociedade patriarcal.

Agora quanto a técnica, como um bom filme francês, a critica restou impecável, os atores foram excelentes, do mesmo modo figurino e cenário, os quais nos fazem imersos a esse "novo mundo". Tudo de modo a dar melhor aproveitamento ao texto e crítica. Não há que se dizer em feminismo radical ou nada do tipo, apenas em verdade nua e crua. Se ainda não assistiu, abra sua mente e não perca tempo, recomende a todos amigos também, aposto que vão dar boas risadas e pensar bastante.

segunda-feira, 30 de abril de 2018

Pequenas Corrupções

Não era a primeira vez que fazia aquilo. Mesmo assim suas mãos ainda suavam e o coração palpitava. Quem nunca copiou um trabalho ou colou na prova? Era essa a desculpa de Marcela para esses pequenos atos “Clandestinos’. Já que todo mundo faz não tem problema.
Era hora do almoço e tudo que ela mais queria era chegar em casa. Não via a hora de sentar quando entrou no ônibus e avistou uma única poltrona vazia. Sentou e aproveitou para refletir sobre o seu dia, Beatriz não podia descobrir da cola. Às vezes era irritante ter uma amiga tão inteligente, mas tão chata.
“Tantas pessoas se fingindo de honestas, só porque são chatas” Suspirou Marcela.”Eu sou honesta, e nem por isso sou moralista!” Mal terminava de sussurrar quando avistou uma senhora de bengala entrar no ônibus. A menina não só fingiu dormir, como também ignorou o fato de sua poltrona ser reservada a idosos. Isso não era importante, ela era adolescente, não envelheceria tão cedo.
Já em casa, despencou no sofá e ligou a televisão. Tudo que ela queria era descansar. No jornal comentava sobre a descoberta de um novo esquema de corrupção do governo. O problema do Brasil é a corrupção, Marcela sabia disso; Irada com as coisas que viu se levantou para discursar:
- Tudo por culpa desse maldito jeitinho brasileiro. Enquanto a corrupção continuar no nosso país, não chegaremos a lugar algum. Todos precisam se conscientizar disso, para tornar o mundo um lugar mais justo.
Depois disso cai no sofá, estava se sentindo mal. Ela era igual aos políticos corruptos! Correu tremendo em direção ao telefone, precisava falar com Beatriz e consertar uns erros...




quinta-feira, 12 de abril de 2018

Vida para Consumo X O Livro do Bem

Nos últimos dias, em especial, tenho sentido que tudo parece fluído e ao mesmo tempo como um redemoinho em que somos fulminados pelo eterno retorno. Mas deixando de lado minhas análises filosóficas, passo aos fatos, recheados de sociologia e muito otimismo, pois ainda me resta um resquício de esperança. Ser poetisa afinal é carregar água na peneira, Manoel de Barros sabia do que falava. Venho então nesse dia, para lhes recomendar duas leituras bem diversas, mas importantíssimas para refletirmos.


Vida Para Consumo
Sinopse: Um dos mais perspicazes pensadores da atualidade, Bauman nos revela a verdade oculta, um dos segredos mais dissimulados da sociedade contemporânea: a sutil e gradativa transformação dos consumidores em mercadorias. As pessoas precisam se submeter a constantes remodelamentos para que, ao contrário de roupas e produtos que rapidamente saem de moda, não fiquem obsoletas.
Bauman examina ainda o impacto da conduta consumista em diversos aspectos da vida social: política, democracia, comunidades, parcerias, construção de identidade, produção e uso de conhecimento. E dá especial atenção ao mundo virtual: redes de relacionamento, como Orkut e MySpace, não refletem a idéia do homem como produto?
Autor: Zygmunt BaumanAno: 2008
Páginas: 200
Editora: Zahar

Opinião: Ler "Vida para Consumo" fez com que minha mente se expandisse em um nível que não consigo explicar. Ao começar a ler essa obra, você vai finalmente entender o que é o mundo líquido, e os seres humanos como mero objeto de interesse. Bauman mostra como nossas relações modernas são baseadas no momento e no que podemos lucrar com elas.

As pessoas já não amam genuinamente, se interessam por aparência, pelo que o outro pode lhe dar algo em troca, pelo prazer, por poder andar com alguém do seu lado, e outros fatores egoístas. Pelo menos isso é o que o autor afirma. Seus dados mexem conosco e a mercantilização humana tão vívida no mundo ocidental chega a dar naúses.
Talvez entregar um livro desses para uma pessoa metida a filósofa e crítica nata seja pedir para brotarem filosofias e teorias conspiratórias, mas acho que são reflexões bem válidas. O mundo parece descartável, coisas, objetos, momentos e tudo mais. Pessoas mais apegadas são caretas, piegas, fora de moda ou no mínimo estranhas. Mas afinal, o que é mais estranho, se importar ou ser "hiper descolado(a)" e nunca se importar? Fica a reflexão e indicação de leitura.




O Livro do Bem
Sinopse: Este é um livro diferente, porque é sobre alguém muito especial: você. É um espaço para você fazer coisas que vão colocar um sorriso no seu rosto e deixar sua vida mais alegre e feliz. São pequenas e grandes atitudes que vão lembrar você que tudo sempre pode ser melhor e mais divertido se a gente der uma chance, e que cada segundo da vida vale a pena até quando a gente tende a não a acreditar muito.
Este é um livro sobre amor, felicidade e alegria de viver. Mas ele só vai acontecer completamente se você topar embarcar nessa loucura fazendo-o seu de verdade. Cada minuto que você dedicar a estas páginas farão com que este livro se torne mais completo e mais seu. Então vem! E fica aqui um convite: fotografe e publique tudo o que você fizer no seu Livro do Bem nas redes sociais com tag #livrodobem. Porque o que é do BEM merece ser compartilhado!
Ano: 2014 
Páginas: 224
Editora: Gutenberg'


Opinião: Em contrapartida, o oposto de um livro ácido é um livro otimista, e diga-se de passagem que "O Livro do bem, Coisas para você fazer e deixar seu dia mais feliz" é essencial. Quantos dias estive triste ou amedrontada e abri essas páginas para ler algo bom ou escrever o quê sentia. Isso mesmo, esse livro é dinâmico, em que você é quem realizada as atividades.
Quando comprei, achei que poderia enjoar, fazer rápido como um desafio ou achar chato e nunca terminar. Porém, jamais diria que ele se tornaria meu substituto para o diário e registro de meus sentimentos. Quem diria, não é mesmo?
As autoras possuem uma página chamada "Indiretas do bem" na qual escrevem frases positivas para mandar aquela indireta para as pessoas. Pense bem, coisas para criticar temos um monte, e para elogiar também, às vezes você adora o jeito que certa pessoa mexe no cabelo e nunca falou porque acha que seria estranho. EI! Pare! Seja mais simpático, seja mais você, seja alegre, seja triste, só não seja cadeado de si mesmo!

domingo, 18 de março de 2018

Panter Negra

Data de lançamento 15 de fevereiro de 2018 (2h 15min)
Direção:
Gêneros Ação, Aventura, Ficção científica, Fantasia
Nacionalidade: EUAPantera Negra : Poster

Sinopse:
Após a morte do rei T'Chaka (John Kani), o príncipe T'Challa (Chadwick Boseman) retorna a Wakanda para a cerimônia de coroação. Nela são reunidas as cinco tribos que compõem o reino, sendo que uma delas, os Jabari, não apoia o atual governo. T'Challa logo recebe o apoio de Okoye (Danai Gurira), a chefe da guarda de Wakanda, da irmã Shuri (Laetitia Wright), que coordena a área tecnológica do reino, e também de Nakia (Lupita Nyong'o), a grande paixão do atual Pantera Negra, que não quer se tornar rainha. Juntos, eles estão à procura de Ulysses Klaue (Andy Serkis), que roubou de Wakanda um punhado de vibranium, alguns anos atrás.


Opinião:Desde o lançamento de PANTERA NEGRA que estou observando os comentários das pessoas, e ficando a cada dia mais instigada a assistir o filme. No entanto, a falta de tempo me levou a postergar até o dia de ontem, quando então entendi todo o rebuliço. O filme não era apenas mais um filme brilhante de ação e super heróis da MARVEL. O longa é um condensado de reflexões sociais, ações, críticas, cultura e representatividade.Logo nas primeiras cenas vemos a explicação mítica para o surgimento de Wakanda, país super desenvolvido no meio da África, mas que escolheu viver escondido para proteger seu precioso vibranium. Porém, para isso, foi necessário deixar de ajudar todos os países ao seu redor. Fato que me incomodou desde o início e será o foco na trama. Trama talvez previsível, com um vilão bem construído apesar de simples, no entanto, em que tudo se entrelaça bem como uma rede bem costurada.Dos personagens ressalto aqui as três mulheres que considero centrais na trama: Okoye, chefe guerreira do povo, extremamente forte e centrada; Nakia, representada por Lupita - linda como sempre, aparece como a amada de  T'Challa e lutando em defesa dos povos necessitados; e Shuri, a garota prodígio que controla toda central tecnológica do país. O mais belo do longa é poder ver o total empoderamento feminino, posto como algo natural. Ainda, não há submissão de uns ou de outros, apenas equilíbrio, razão e emoção.Quanto a trilha sonora, figurino e design (fotografia), os produtores buscaram equilibrar a modernidade que Wakanda teria com a cultura tradicional dos povos Africanos, seja pelas vestes coloridas, pinturas faciais, rituais de guerrilha, cenário e música com rufos e tambores em geral. Não me julgo apta o suficiente para dizer sobre a qualidade ou profundidade da apresentação, creio apenas que foi significativo para introduzir a cultura ao resto do mundo e desmistificar um pouco as ideias eurocêntricas que ainda dominam o mundo ocidental.
E por fim, traz a tão necessária representatividade negra, discutindo temas como a subjugação dos negros durante séculos, a questão dos refugiados em geral e até mesmo dos países que se fecham sem ajudar os outros. Heróis negros reais como Mandela, Malcom X e Martin Luther King já viveram entre nós há tempos, mas enfim podemos dizer que o espaço do cinema foi aberto. Terminar o filme com o coração apertado e querendo mudar o mundo é o mínimo que se pode esperar. Desse modo, indicar a todos que o assistam é o mínimo que posso fazer.

domingo, 4 de março de 2018

Além do otimismo

Meu Deus, Giovana, como você consegue ser tão otimista? Essa foi a pergunta de um amigo meu quando lhe disse como imaginava meu futuro. Talvez eu estivesse sendo bastante otimista, mas não achei que fosse nada fora do normal. Quer dizer, acreditar em si mesmo não deveria ser tão difícil. Isto é, claro que todos temos nossos momentos de baixos, eu admito que há dias em que me sinto um grande nada...
Porém, voltando a curiosa pergunta do porquê eu seria tão otimista, me lembrei de uma caro personagem: Ted Mosby de How I Met your Mother. Ted é um romântico que espera conhecer sua "the one" com quem seria feliz e formaria sua linda família. Mas como nada vem fácil, Ted passa oito temporadas procurando sua amada e quebrando a cara sucessivas vezes. E sim, ele não desiste, chega perto, mas não de fato. E sabe por quê? Porque Ted acredita não necessariamente em destino, mas no tempo e equilíbrio. Acredita no amor. As coisas na vida vão acontecendo gradualmente e há cientificamente falando uma relação de causa e efeito. Então se quiser muito uma coisa e fizer por merecer, é claro que cedo ou tarde a terá. 
Pois é, pode parecer que realmente eu esteja sendo muito otimista, mas ao meu ver são fatos. O que venho dizer por meio desse simples e objetivo texto é a verdade nua e crua. Tudo se trata de trabalhar duro para atingir suas metas. Oh, talvez, nem tudo no mundo seja por meritocracia mesmo, porém, não será isto que irá me barrar. De fato, o mundo é um caos e tem milhares de coisas horríveis ocorrendo todos os dias que são de partir o coração. No entanto, o que penso, é que se pararmos de lutar pelos nossos sonhos e parar de ter esperança tudo terá sido em vão.
Se pararmos de nos importar com as crianças abandonadas, com os moradores de rua, com a política esfacelada, com a guerra na Síria, com o trabalho escravo, com o maltrato aos animais, com o que escolhemos ser para impactar o mundo, e conosco!, tudo estará perdido. Quando não houver nenhum folego de vida nem faísca de esperança, o fogo se apagará por completo e mundo virará um gelo. Não deixe que o mundo perca a humanidade, não perca seus sonhos. Isto vai muito além do otimismo, é sobre lutar e ser humano.
Giovana de Carvalho Florencio